quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica


DICAS DE LEITURA



A finalidade desse livro é discutir a introdução da informática e da telemática na educação. No debate se inserem, entre outros temas, questões associadas a propostas de integração e utilização do computador e da internet na escola. Numa abordagem de mediação pedagógica, as discussões convergem a uma revisão ampla do papel do professor nos dias de hoje.



Multimídia Digital na Escola

DICAS DE LEITURA
O livro Multimídia Digital na Escola reúne estudos sobre a inserção de novas tecnologias no ambiente escolar, explorando várias estratégias de uso do computador para a produção multimídia na educação básica.
Seu diferencial consiste em discutir, de modo acessível ao professor, experiências autênticas de desenvolvimento de projetos de ensino, em contextos escolares diversos, a partir do uso de softwares livres, ampliando o leque de possibilidades reais de uso dessas ferramentas nas escolas.
Apresenta, ainda, estudos que auxiliam o professor na escolha de softwares livres para a sala de aula e no processo de avaliação das produções multimídia de seus alunos.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

As Novas Tecnologias em Sala de Aula

Uma educação libertadora consiste em criar um ambiente no qual o educando possa construir o conhecimento assistido pelo educador, isso é possível sem tecnologia, contudo, com a tecnologia o processo se torna mais dinâmico, pragmático e extremamente eficiente, requer formações esforço e adaptação aos novos tempos.



Como usar as Novas Tecnologias na Educação: sala de aula deve ser ambiente de criação






Há muitas dúvidas entre os professores sobre a melhor forma de lidar com as novas tecnologias dentro da sala de aula.

Alguns adotam como método a proibição pura e simples dos celulares em sala de aula, por exemplo. E outros argumentam que é melhor aproveitar essas tecnologias para estimular o aprendizado dos alunos.

Eu já conheci casos estranhos, em que os diretores conseguem um laboratório de informática novinho, mas que acaba não sendo usado, porque eles têm medo de os alunos estragerem os equipamentos. Isso é um problema. E o pior é que não deixa de ser compreensível, na perspectiva de um gestor que sabe a dificuldade de conseguir e de consertar esses equipamentos. Mas é complicado quando a escola tem os equipamentos, mas os alunos não podem usar, ou usam de forma muito restrita, muito pouco produtiva.

Mas há muitos equívocos em relação ao uso das tecnologias na escola. Há muitos discursos que celebram a compra de equipamentos por si só, mas a gente tem que fazer uma crítica a isso.

Proibir ou estimular?

Há momentos em que disciplinar o foco e fortalecer a concentração é a coisa mais importante a se fazer. Então, nesse sentido, às vezes vale sim, a pena desconectar desse excesso de distrações da Internet para se concentrar. Internet é genial, mas a gente não pode desconsiderar que o que a maioria das crianças e jovens andam fazendo não é um uso criativo da Internet, mas é pura procrastinação. E já tem muita gente sofrendo por isso.

Por outro lado, a Internet tem que estar presente na escola, mas de forma crítica. A escola não pode simplesmente repetir o que os alunos já sabem ou entregar algo pronto para eles. Colocar alunos para jogar joguinhos educativos ou fazer pesquisa no Google. A escola tem que superar os alunos. Ou fazer com que eles se superem no que diz respeito ao uso da Internet.

Os alunos têm que aprender a discernir uma fonte confiável de informação no meio de tanta informação falsa que circula na Internet, tem que aprender a interpretar as mensagens nas redes sociais de acordo com a fonte, tem que saber que tudo que ele faz na Internet é registrado, que ele está sendo seguido a cada clique, que as empresas guardam essas informações e acaba nos conhecendo melhor do que os nossos melhores amigos. 

Que o nosso histórico de navegação condiciona o que aparece para gente nas buscas e nas redes sociais. Eles têm que aprender a se resguardar para não ser alvo de bullynig, de assédio. Então, vai de interpretação de texto a uma discussão ética, política e mesmo filosófica do Internet.

Um dos grande desafios que as escolas têm em relação às novas tecnologias é fazer com que alunos sejam não apenas usuários, mas produtores de tecnologia. 

Eles têm que aprender a transformar o que tem em mãos e não a se contentar com o papel de consumidores passivo de aplicativos feitos por outras pessoas, e em geral feitos para estimular o consumo. A tecnologia é uma linguagem e os alunos precisam aprender os códigos dessa linguagem. Os jovens não podem ser reféns de uma linguagem que não dominam. 

Há um grande movimento internacional na educação entendendo que, já hoje, mais de forma mais intensa no futuro próximo, aqueles que não souberem princípios de programação serão considerados analfabetos. Tem até um termo para isso: “analfabite”. 

Há sessenta anos, os computadores ocupavam um andar inteiro de um edifício. Hoje cabem no nosso bolso. O nosso smartphone é mais poderoso do que o computador que gerenciou a viagem do homem à lua em 1969.

A tendência é que no futuro próximo computadores sejam menores do que uma célula. E eles estarão em todos os lugares. Já tem um termo para isso: Internet de todas as coisas, que já está em pleno desenvolvimento, e o princípio da singularidade, elaborado por Ray Kurzweil, que se fundamenta nesse nessa lógica exponencial do avanço tecnológico.

Então se os jovens de hoje não conhecerem os princípios básicos dessa linguagem ou desses códigos que vão programar os computadores já gerenciam toda a nossa vida e estarão literalmente incorporados em nós, isso mostra que a sua educação fracassou completamente. .
Não é que alunos tem que fazer um reforço em aulas de informática. Mas as tecnologias têm que estar presentes no próprio cotidiano das disciplinas. 

Se a gente aprende o alfabeto para aprender a escrever e criar a partir da linguagem, a mesma coisa deve acontecer com a tecnologia. O sentido de aprender a linguagem tecnológica é utilizar essa linguagem para cria.

A formação de professores para uso das novas tecnologias (Vera Cabral)


Vera Cabral, ex-coordenadora da Escola de Formação de Professores da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, falou sobre a formação de professores para uso das novas tecnologias durante o 5º Seminário Líderes em Gestão Escolar. 

Vera também foi responsável pelo desenho, implementação e operação de programas de desenvolvimento profissional para 230.000 professores e outros 40.000 funcionários, apoiados e, estrutura de educação à distância.



domingo, 21 de agosto de 2016

Fantástico - Escolas públicas apostam na tecnologia dentro das salas de aula


O vídeo aborda o papel da tecnologia nas salas de aula, pois atualmente o uso de computadores e celulares estão sendo utilizados diariamente de forma direta e indireta na aprendizagem. Nas escolas públicas públicas e particulares, está sendo criado um novo projeto pedagógico, onde o objetivo é fazer o aluno ter interesse em aprender usando as tecnologias a seu favor.





Novas Tecnologias e Aprendizagem


Dicas de Leitura!


A escola, para continuar desenvolvendo seu pleno papel de educar e inserir indivíduos na sociedade, precisa atentar para as mudanças sociais e tecnológicas que se passam no mundo. As Novas Tecnologias da Informação e Comunicação - NTICs estão cada vez mais presentes na vida de todas as pessoas, especialmente dos alunos. É fundamental que os professores conheçam as potencialidades dessas novas ferramentas para poder utilizá-las efetivamente nos processos de ensino e aprendizagem.

Mas, como inserir as novas tecnologias na prática pedagógica do professor? Como educar e aprender no século XXI? Neste livro, você conhecerá como as NTICs podem contribuir na aprendizagem dos educandos.





Educação e Tecnologias, O Novo Ritmo da Informação.


Indicação de Leitura!



Educação e Tecnologias


O termo "tecnologias" tem sido muito empregado na área educacional com  os mais diversos sentidos e significados. Neste Livro, Vani Kenski encarou o desafio de refletir sobre as relações entre educação e tecnologias evitando os jargões, as teorias e abordagens específicas desses campos do conhecimento.

São apresentadas explicações sobre as tecnologias, sobretudo as mais recentes, de uma forma acessível a todos, mesmo aqueles que nunca utilizaram um computador nem navegaram na internet. A autora busca construir um diálogo com os leitores, abordando o tema de maneira abrangente, simples e esclarecedora, mas sem deixar de apresentar os grandes avanços que as tecnologias podem oferecer à educação e refletir sobre eles.

O tema é introduzido com um exemplo surpreendente de como é possível fazer educação mediada pelas mais novas tecnologias digitais, para, a seguir, contar a longa história de relacionamentos entre os vários tempos da sociedade, os sucessivos avanços tecnológicos e seus reflexos no processo de ensino e aprendizagem.

Rui Fava: "Estamos vivenciando um apagão de docentes antenados"


Professor Rui Fava aceita convite e escreve para o portal Universia Brasil sobre a Educação 3.0 e seus desafios. Leia e entenda:


Você sabe a diferença entre Educação 1.0, Educação 2.0 e Educação 3.0? A educação 3.0 traz as tecnologias digitais para a sala de aula para estimular o aprendizado e a troca de conhecimentos. O professor Rui Fava, autor do livro “Educação 3.0”, aceitou o convite da Universidade Brasil para escrever sobre o tema. Confira mais sobre essa matéria clicando na imagem abaixo:



Educação 3.0


Indicação de Leitura!



Aplicando o PDCA nas instituições de ensino.


Pela primeira vez na história, convivem nas escolas quatro gerações distintas, cada uma com suas peculiaridades no modo de aprender e de se comportar, provocando um choque nas gerações. Os estudantes de hoje, denominados nativos digitais, são a primeira geração a crescer em meio a essa nova e abundante tecnologia digital. 

A Educação 3.0 chegou e, com ela, um novo mundo virtual e em redes emergiu, provocando um notório declínio da eficácia  da aprendizagem. Os antigos alunos eram indivíduos isolados; os novos, são mais conectados socialmente. Se a busca da aprendizagem já foi mais silenciosa e passiva, os novos estudantes são agora ativos, barulhentos e públicos.

As escolas precisam se adaptar a esses novos cenários. Como fazer isso?

Por meio de um resgate histórico da educação, o autor mostra a evolução do ensino e apresenta uma ferramenta útil na gestão acadêmica, o PDCA ( Plan, Do, Check, Action), que apoiará na escolha, organização, disponibilização, distribuição dos conteúdos e na avaliação da aprendizagem e dos processos.

A obra tem a intenção de auxiliar as escolas a se posicionarem de forma eficiente e eficaz neste novo ambiente, buscando metodologias que preparem os estudantes para o futuro desconhecido, no qual eles sobreviverão não pelo que sabem, mas pelas suas habilidades e competências para a busca e aplicação da informação e para a adaptabilidade a um ambiente em constante mutação.